segunda-feira, 26 de março de 2007

O porquê da limitação...

A relação que cada um de nós tem com o "saber" varia, como tudo o que nos diz respeito, de pessoa para pessoa.

Eu quero saber muito e de tudo um pouco, pela curiosidade natural e pela vontade e desejo de que poucas coisas me passem ao lado. Acontece que nesta busca de saber mais coisas sobre as mesmas coisas não nos apercebemos da quantidade de outras coisas que não sabemos simplesmente por não as conhecemos, ou melhor, porque as desconhecemos...

É nestes momentos de consciência que me deparo com a terrivel frustação de tantas coisas que desconheço. Mais dificil se torna esta relação quando por impossibilidade encefálica e temporal sou obrigado a fazer escolhas, a afunilar um caminho que preferia largo e vasto...

O "saber" que ultrapassa o senso comum é dificil de apropriar, requer tempo, dedicação e obstinação... mais dificil se torna quando sabemos que há muita coisa que desconhecemos, um desconhecimento de não conhecer, não de não saber...

domingo, 25 de fevereiro de 2007

Diz o publico...

INQUÉRITO CONCLUI QUE HÁ MENTALIDADE PERMISSIVA EM RELAÇÃO À CORRUPÇÃO!

e Socrates (2007) diz que a promoção de igualdade e da não discriminação é para levar a peito com sentido de responsabilidade, comprometendo-se a uma mudança estrural, depressa e com garantias.

e eu pergunto: COMO?

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

Sunitas, Xiitas, Sectarismos, Chauvinismos e Proselitismos - Dicionário prático para o conflito no Médio Oriente

Hoje em dia somos sistematicamente bombardeados com termos cujo o entendimento imediato, pelo menos para a maioria, nos escapa.

O conflito alargado no médio oriente arrastanda-se indefinidamente pelo tempo e com ele surgem noticias diárias de atentados e virgens prometidas a jovens sectários (do latim sectariu, entenda-se: membro fanático e intolerante de uma determinada seita ou facção religiosa).

Este sectarismo (de sectário) é alimentado, com especial incidência depois da pressão dos Estados Unidos contra o programa nuclear iraniano, pelo conflito histórico de duas facções/leituras do Islamismo, os sunitas e os xiitas. Ao que parece as primeiras divergências remontam ao sec. VII quando sunitas e xiitas entram em desacordo relativamente ao sucessor do profeta Maomé. Desde então as diferenças na forma de "viver" o islamismo têm-se acentuado. Os sunitas consideram os xiitas infiéis e hipócritas.

Acontece que sunitas e xiitas encontram-se espalhados pelos paises muçulmanos do Médio Oriente e herdam da história o peso do conflito entre o Império Otomano (sunita) e o Império Safávida (xiita). Toda esta história de conflito originou divisões no território e na distribuição de sunitas e xiitas pelo Médio Oriente.

Iraque, Bahrein e Irão são paises maioritariamente xiitas, ao contrário da Arábia Saudita, Egipto e Libano, onde esta comunidade representa uma pequena minoria submetida ao chauvinismo (entenda-se: patriotismo exarcebado) dos restantes arábes.

Outro facto histórico relevante para compreender a actualidade do mundo árabe é a revolução islâmica ocorrida em 1979, no Irão, considerada por muitos um ressurgimento xiita. Actualmente o Irão tem vindo a ganhar expressão e está nas bocas do mundo pelo seu, esperemos, hipotético poderio nuclear. Refugiando-se num falso receio que esta ascensão conduza a um proselitismo (entenda-se: converter um povo a novas doutrinas, seitas ou religiões), os paises maioritariamente sunitas incenticam esta crispação com os xiitas.

Contudo, é possivel fazer uma leitura mais realista, mais actual à luz dos factos e que Hassan al-Saffar, teólogo xiita, sintetiza da seguintes forma: "Existe uma campanha contra os xiitas. Por que razão se está a fomentar todo este sentimento anti-xiita numa altura em que os estados Unidos estão a tentar pressionar o Itão devido às suas ambições nucleares?".

Também Hassan Nasrallah, inimigo declarado do estado de Israel e lider do Hezbollah, é xiita.

Será que toda esta instabilidade se deve a influência externa? Qual o interesse dos Estados Unidos e Israel neste conflito entre muçulmanos? Porque ficam Arábia Saudita, Egipto e Jordânia (aliados e parceiros económicos dos Estados Unidos) impávidos perante tanta instabilidade e conflituosidade?

Já diz o povo: "Dividir para conquistar".

domingo, 18 de fevereiro de 2007

Público novo ou novo público

Terminei de ler o Público de Domingo.

Esperei uma semana até me pronunciar sobre o novo grafismo, a nova organização e o novo formato do jornal "Público". Esperei, por diversas razões. A primeira prendia-se com o facto de desejar ter uma panorâmica do que será o Público ao longo da semana, de que forma o seu novo formato alteraria a organização dos conteudos, o painel de comentadores, a sua coerência e a sua "arrumação". Habituado ao cuidado e rigor dos conteudos publicados, a segunda razão prendia-se com o desejo de confirmar se ao novo formato se juntaria um novo conteudo, mais disperso, menos aprofundado. Finalmente, esperei para ler todos os comentadores - novos e antigos - e verificar de que forma enriquecem, ou não, o Público Novo.

Pessoalmente, gosto do Público novo. O jornal surge agora mais "arrumado", com o mesmo rigor e mais atraente ao olhos que lêem. O novo caderno P2 contribui significativamente para esta alteração, com reportagens actuais, sugestões diárias para a ocupação dos tempos livres (fora e dentro de casa) e mais importante, tudo muito bem arrumado num único caderno.

Os comentadores pouco alteram e as suas opiniões, naturalmente, mantém-se suas e dentro da mesma linha, alguns coerentes, outros confusos e outros ainda, do contra. Mantém-se os
"todolgos" (expressão de uma antigo professor meu), surgem alguns irónicos e melhora-se o editorial.

Porque sou um leitor assiduo e porque de facto gosto de ler o jornal de ponta a ponta, gosto deste Público novo e estou convicto que cativará, com toda a certeza, um novo publico.

sábado, 17 de fevereiro de 2007

Sitios onde estive...


Relembro agora sitios por onde passei...

Melgaço, no ano de 2002, terra de boa gente e acima de tudo de muito bom vinho, alvarinho pois claro...

Ali tão perto morreu uma criança vitima de maus tratos... Foi em Monção no nosso Portugal!

A conclusão da investigação realizada pelo Ministério Público indica que as Instituições de protecção de menores do Estado “funcionam de forma desarticulada e, em vários casos, desprovidas de técnicos competentes para o efeito”.

A mãe da menor continua em prisão preventiva, o pai encontra-se em liberdade...


E a menor, essa, está morta...

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Descoberta

Descobri ontem, acidentalmente, nas minhas deambulações pela web a revista Sisifo.

Recomendo a sua leitura a todos cujo tema educação interessa, não só pelos conteudos como por quem os partilha. Desde a escolha do nome, cuja explicação é bastante interessante, até à riqueza dos contributos dos diversos intervenientes, a revista apresenta-se pertinente, actual e acima de tudo, rigorosa - algo que vai faltando por cá...

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

Novo Ano

Vem ai um novo ano...

Para quem vive por aqui, entenda-se terras Lusas, a vida não está fácil nem se advinha fácil para os próximos tempos. Bem sei que existem males maiores e que de todas as dificuldades e catástrofes do Mundo, as dificuldades dos Portugueses não podem ser comparaveis, não estamos em guerra nem vimos as nossas gentes morrerem com fome...

Contudo, como Português que gosta do seu pais e que ama viver por cá, não posso deixar de me importonar, incomodar com a falta de senso institucional e com a escassa solidariedade enraizada na nossa jovem e ainda antiga sociedade... Como pode ser jovem e simultaneamente antiga? Bom, isso seria uma outra questão que nos levaria muito tempo e energia a discutir.

Mas voltando ao que de mais enraizado encontramos na nossa sociedade, temos um príncipio geral, tranfersal e, eu diria até Universal, o princípio de que o que realmente importa é o lucro, o luxo de uns sem se ter em conta as dificuldades do outro. Como se justifica que sejamos um pais não muito rico, mas ainda assim o 4º em que a diferença entre os mais ricos e os mais pobres é a maior? Como se compreende a canalhice que Governo e Camâra de Lisboa fizeram aos Lisboetas e Portugueses em geral, fazendo-nos pagar, dos nossos bolsos, uma idmenização por capricho ou será que não foi capricho e não havia outra coisa a fazer? Resta saber por e para quem? Como se pode compreender que a ministra da Educação não perceba que divide e segmenta o bem mais precisoso que temos como cidadãos, ter acesso a uma educação livre cujos seus agentes trabalham para as crianças e não um sistema educativa em que as crianças e jovens são somente algo necessário para que alguém se possa alimentar... Esqueceu-se do bem mais precioso para negociar com os professores, ouvi-los, e acima de tudo ouvir os alunos e deixá-los que, dentro do bom senso, sejam eles a escolher os caminhos e opções que podem e devem seguir.

Mas nem só aqui se vai lixando o mexelhão, os Bancos anunciam lucros inegualáveis em qualquer outro sector comercial e financeiro, ainda assim queixam-se de pagarem impostos altos, embora continuem abaixo do que eu ou qualquer outro português paga. Não flexibilizão o crédito habitação, não pensam em parcerias que possam ser lucrativas para jovens licenciados que pretendam iniciar um pequeno negócio, aplicam taxas de juro elevadissimas como se não pudessem fazer outra coisa... Hipócritas!

Os combustiveis também aumentam, quando a tendência tem sido a baixa dos valores do barril de petróleo. As petroliferas vivem numa especie de comunidade secreta em que os preços são todos iguais, sem que a liberalização dos combustiveis tenha efectivamente chegado ao nosso pais. Quando se deu o aumento vertiginoso dos barris também as petroliferas foram celeres a aumentar o valor dos combustiveis, agora que se mantém algum tempo estável e com relativas baixas a tendência foi baixa um pouco para agora voltar a subir...

Mas isto são só alguns exemplos de alguém que nada percebe, que nem totolgo é como os senhores que vemos na televisão discutir tudo e mais alguma coisa, a verdade é que ninguém faz nada e eu como cidadão só posso, infelizmemente, não ficar calado...

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

De VOLTA???

Estive tanto tempo ausente do Bolg, das palavras e das leituras que não são só de quem as escreve, mas também, e quase sempre, de quem as lê, que o reencontro com as teclas e com a escrita de coisas várias é-me dificil e intermitente.

Difícil, porque me sinto enferrojado e perro, nas ideias, nos dedos e nos conteudos.

Intermitente, porque embora queira ficar e conseguir manter-me por aqui continuamente e sem escapadela, é-me impossivel afirmá-lo com certeza, por mim, pelo trabalho e por me conhecer...

Bom Ano a todos,
t.

quarta-feira, 28 de junho de 2006

Casa...

Estou condenado deste o passado sabado a permanecer em casa...
Tenho como limite de espaço nos próximos 10 dias as paredes da minha simpática casa.
Sou neste momento um ser humano contagioso para a maioria dos seres humanos e potencialmente perigoso para crianças e fetos dentro de grávidas!
Sou neste momento um adulto com doença de criança... pontos vários pelo corpo-qual camaleão- e com uma verdadeira oportunidade de retemperar energias... haja disponibilidade!

Enfim... venha o ar, venha a vida desenfreada sempre a correr, mas acabe-se o tédio de ver os dias passarem embrulhado no sofá a ver filmes nas pausas dos cochilos sistemáticos...

domingo, 18 de junho de 2006

As neuras...

Há dias em que o simples abrir das pestanas para mais um inicio tardio de dia significa um estado tal de amargura contagiante a tudo o que nos rodeia... Deixa de ser a nossa amargura, a nossa rabugisse e passa a ser parte integrante de tudo o que nos faz sentir...

Preservo-me neste dias que ultimamente tanto me tem atormentado, guardo para mim as suposições e as amarguras e reservo-me a encaixotar algures no baú da mente o que não interessa!

Bem sei que as neuras são comuns a todos nós, uns porque as hormonas existem e inevitavelmente modificam e controlam tudo... Outros porque são neuróticos e o simples bater de uma peça no enredo criado significa todo um novo ciclo de ruminanço interminavel... Outros ainda, porque a companhia excessiva da cama lhe devolve um humor sem graça, perdido na felicidade dos outros que não é a nossa... Depois temos os que são naturalmente forças da natureza na arte de azedar... ultrapassam-me este ultimos!


Enfim... Um dia de cada vez dizem... que seja!
Venha o próximo

quarta-feira, 14 de junho de 2006

Quando Lisboa é Lisboa...

No mês de Junho Lisboa volta às suas raizes, à sua identidade popular e perde o snobismo de urbe intelectualoide que insiste em tornar a cidade num local de nichos e tribos sociais... Talvez a excepção esteja na salada de frutas que o Bairro Alto nos vai oferecendo, reunindo todo o tipo de pessoas em todos os mais diversos lugares comuns...

Mas voltando a Junho, quando Lisboa é Lisboa e volta à raiz de dançar ao som dos artistas populares que não poucas vezes critico pela pobreza artistica e pelo reflexo pobre que dá da musica e cultura que se vive neste pais...

Junho trás os cheiros! Trás a sardinha assada e as febras na brasa... as ruas dos nossos bairros populares são invadidas pelos odores intensos das brasas!
Junho trás as cores! Ruas compridas e estreitas são enfeitadas com cores e luzes várias, enfeitos que preenchem o imaginário popular alfacinha!
Junho trás as gentes! As ruas são invadidas pela vontade comum de viver a folia, a alegria de andar sem parar e ver mundo e meio em sintonia onde só cabe meio mundo!
Junho trás a musica que se diz portuguesa! Os bailaricos ao som de artistas populares multiplicam-se, os criticos como eu deixam-se envolver e cantam como nunca os exitos que tanto condenam!
Junho trás as marchas! Se existe o carnaval, Lisboa vive para as marchas, para a disputa baIrrista de se ganhar o prémio de um ano de trabalho!

Enfim... em Junho Lisboa trás consigo o cheiro popular que tanta mistica lhe dá, Lisboa é fado, é gente na rua, é sardinha assada, é as marchas populares, é uma mistura de cor e vida que peca por ser temporária...
Em breve esta harmonia e este espirio alfacinha perder-se-ão, mas fica a certeza, como todos os anos fica, de que para o ano há mais...

domingo, 11 de junho de 2006

Há momentos assim...


Durante um largo periodo estive a trabalhar à noite, a servir bebidas e petiscos vários num bar do bairro alto... A experiência foi optima, pelas pessoas com quem trabalhei e pelas pessoas que tive oportunidade de conhecer...

Contudo, a verdade é que enquanto trabalhava nesse mesmo bar a servir bebidas e petiscos vários às mais diversas pessoas, perdia as jantaradas em casa dos amigos, as noitadas no bairro, as visitas culturais a bailados, concertos ou instalações (como odeio este conceito...). Perdia simplesmente pela impossibilidade de estar presente!

Faz pouco tempo que deixei de estar nesse mesmo bar a servir bebidas e petiscos vários e as jantaradas regressaram ao ritmo ideal, as conversas continuam onde ficaram da ultima vez, as pessoas mantém-se as mesmas e as distâncias reduzidas...

Ontem foi dia de jantarada. Riso, canto, diversão, poesia, vodka russo, conversas que expõem, pessoas que nos seduzem na arte de serem...

Foi bom sentir toda esta plenitude e voltar ao meu Gin... doce e eloquente quanto baste!

Cereja no topo do bolo, recebi a minha prende de aniversário, um livro de Boris Vian (escritor de eleição), um livro que não sabia exisitir... Pensava já ter lido tudo dele, mas afinal como alguém diz: "Nunca ninguém lê tudo de alguém..."
Parece que é verdade...

quinta-feira, 1 de junho de 2006

Crianças Invisíveis


Na passada sexta feira, tive oportunidade de assistir ao visionamento de imprensa do filme Crianças Invisiveis, antes de partir novamente com destino a Itália!

O filme conta de forma inequivoca histórias de crianças que estão em todo o lado, mas que muitas vezes os nossos olhos se esquecem de ver... Sob o olhar de 7 maravilhosos realizadores, são nos dados a ver testemunhos de uma realidade que nos passa diariamente ao lado... A forma como Emir Kusturica, John Woo, Spike Lee, Ridley Scott, Mehdi Charef, Katia Lund e Stefano Veneruso nos contam as histórias destas crianças fazem-nos entrar em momentos arrepiantes de profunda comução...

Histórias reais de vidas reais com personagens que vivem a fantasia da realidade de outros, é um filme verdadeiramente belo, pela inocência e despudor com que nos faz chegar o relato de vidas que muitas vezes ignoramos... talvez por ser mais fácil que continuem como sempre estiveram... INVISÍVEIS...

quarta-feira, 10 de maio de 2006

Destinos


Depois de relembrar por onde passei...
Deixo-vos em Florença, perto da ponte Vechia, a olhar o horizonte onde o sol se esconde...

domingo, 7 de maio de 2006

segunda-feira, 1 de maio de 2006

História de uma(s) vida(s)...


Na hora de pôr a mesa, éramos cinco:
o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs
e eu. depois, a minha irmã mais velha
casou-se. depois, a minha irmã mais nova
casou-se. depois o meu pai morreu. hoje,
na hora de põr a mesa, somos cinco,
menos a minha irmã mais velha que está
na casa dela, menos a minha irmã mais
nova que está na casa dela, menos o meu
pai, menos a minha mãe viúva, cada um
deles é um lugar vazio nesta mesa onde
como sozinho. mas irão estar sempre aqui.
na hora de pôr a mesa, seremos sempre cinco.
enquanto um de nós for vivo, seremos
sempre cinco.


José Luis Peixoto, A Criança em Ruinas

Uma nova etapa

Começou hoje uma nova etapa no percurso que me cabe a mim viver... As circunstacias que acabam por ser consequência do que fazemos antes, durante e depois delas, trouxeram-me para um inicio que me encanta, motiva e apaixona...

Não lhe vejo o fim e espero que quando chegar, que o seja porque há simplemente, uma mudança de estrada...

sexta-feira, 28 de abril de 2006

Em Itália


Como sabem, estive em terras transalpinas, onde o cheiro a pizza em cada esquina se mistura com a surpresa de um monumento a descobrir... É de facto lindo e puro o ar que se respira enquanto se viaja de cidade em cidade, na procura de novas imagens e logo depois novos sentires que nos preenchem de forma plena.
Desta vez a escolha recaiu sobre a Liguria e a Toscana.
A Toscana é de um equilibrio arrepiante, da simplicidade dos campos à imponência de Pisa, Siena ou Florença.
Como alguém disse uma vez, "Quando a Natureza criou o mundo, reuniu grande fatia do melhor em Itália".
Mais destinos se seguirão, hoje deixo-vos em Siena...


Siena, 2006, t.